Artigo escrito por: Daniela Costa/ Revisado por: Paola Cappelletti
O avanço das proteínas alternativas está redesenhando o futuro da alimentação global — e, com ele, surgem novas demandas científicas, éticas e regulatórias. A New Meat Brazil 2025, evento que se consolida como o maior encontro nacional sobre carnes cultivadas, proteínas vegetais e tecnologias alimentares emergentes, contou com a participação, como congressista, da Supervisora do Laboratório de Toxicologia do Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ).
Sua presença reforça o compromisso da instituição com a atualização constante frente às inovações que impactam diretamente o campo da toxicologia in vitro e o desenvolvimento de métodos alternativos ao uso de animais. A substituição de modelos animais por técnicas mais éticas e preditivas é um dos pilares tanto da pesquisa em segurança de alimentos quanto das exigências regulatórias para aprovação de novos produtos.
Durante o evento, foram discutidos os caminhos regulatórios que envolvem a aprovação de carnes cultivadas e novos ingredientes proteicos, ressaltando a importância da validação por meio de metodologias reconhecidas internacionalmente, como testes in vitro e modelos tridimensionais de cultura celular. Esse cenário está totalmente alinhado à proposta do curso “Toxicologia In Vitro com Foco em Métodos Alternativos ao Uso de Animais”, oferecido pelo BCRJ, que capacita profissionais para atuar justamente nessa fronteira da ciência — onde inovação, qualidade e ética caminham juntas.
Ao acompanhar de perto os debates técnicos, científicos e legais da New Meat Brazil 2025, nossa Supervisora fortaleceu ainda mais a integração entre o BCRJ e as demandas atuais da indústria e da pesquisa, ampliando a visão estratégica do laboratório e enriquecendo a abordagem formativa do nosso curso. Afinal, preparar profissionais para atuar com competência e ética em áreas emergentes é também uma forma de transformar o futuro.
Registros do evento

