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30 out. 2025

Ciência sem crueldade: o futuro já começou!
BCRJ é destaque na Superinteressante por impulsionar a ciência sem o uso de animais em testes

O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) foi destaque na revista Superinteressante, em reportagem que mostra como o maior banco de células do Brasil vem contribuindo para transformar o cenário da pesquisa científica nacional, impulsionando a adoção de metodologias sem o uso de animais em testes.

A matéria ressalta o papel do BCRJ na promoção de um novo paradigma científico — mais ético, reprodutível e alinhado às diretrizes internacionais — por meio do fornecimento de células primárias e linhagens celulares humanas utilizadas em estudos nas áreas de biomedicina, farmacologia, cosméticos e saúde pública.

Segundo a reportagem, a cultura de células, a toxicologia in vitro e os modelos tridimensionais (3D) já representam alternativas consolidadas em pesquisas que substituem o uso de animais como coelhos e camundongos, trazendo inovação e confiabilidade aos resultados obtidos.

Além da disponibilização de material biológico de alta qualidade, o BCRJ também atua na formação de profissionais, ministrando cursos de Boas Práticas em Cultura de Células, Cultura de Células 3D e Toxicologia in vitro, com foco em metodologias cruelty free e aplicabilidade prática na bancada. Essas iniciativas reforçam o compromisso institucional com a disseminação das New Approach Methodologies (NAMs) e com o avanço de uma ciência mais ética, sustentável e de impacto global.

📩 Saiba mais: [email protected]

Leia a reportagem completa: https://super.abril.com.br/ciencia/sem-coelhos-ou-camundongos-como-o-maior-banco-de-celulas-do-brasil-impulsiona-a-ciencia-sem-testes-em-animais/

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30 out. 2025

Um marco ético e científico na consolidação de métodos alternativos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Projeto de Lei 3062/2022, que proíbe o uso de animais vivos em testes laboratoriais para o desenvolvimento de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal.
A medida representa um avanço histórico para a ciência ética, reforçando o compromisso do Brasil com pesquisas mais humanas, modernas e sustentáveis. Além de vetar os testes com animais, a nova lei também proíbe a comercialização de produtos importados que tenham sido desenvolvidos a partir desse tipo de ensaio.

Avanço ético e incentivo à inovação

Mais que uma mudança legal, a sanção marca uma transformação de paradigma na pesquisa científica. O texto da lei estimula o uso de métodos alternativos já validados pela comunidade internacional, como:

✔ Culturas celulares e tecidos humanos in vitro
✔ Organoides e modelos computacionais
✔ Sistemas microfluídicos, como Organ-on-a-Chip

Essas tecnologias reproduzem com maior precisão a fisiologia humana, tornando os resultados mais preditivos e eliminando o sofrimento animal.

Declaração presidencial

“As criaturas que têm como habitat natural o planeta Terra não vão ser mais cobaias de experiências nesse país.”
— Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a cerimônia de sanção.

O compromisso do BCRJ com uma ciência sem crueldade

O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) atua ativamente na promoção de métodos alternativos ao uso de animais, por meio de seu Laboratório de Toxicologia in vitro, que realiza testes de segurança para cosméticos e produtos de higiene pessoal utilizando modelos celulares avançados.
Com foco em inovação, ética e capacitação científica, o BCRJ também oferece cursos e treinamentos especializados em Cultura de Células 3D e Toxicologia in vitro, fortalecendo a formação de profissionais para a nova era da ciência sem crueldade.

Contato: [email protected]
Cursos e informações: [email protected]
Fonte oficial: https://www.gov.br/mma

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30 out. 2025

O 13th World Congress on Alternatives and Animal Use in the Life Sciences (WC13) marcou um momento histórico para a ciência, reunindo pesquisadores e instituições de todo o mundo em torno de um objetivo comum: promover o desenvolvimento ético, inovador e sustentável da pesquisa.
O Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) teve a oportunidade de participar desta edição especial, a primeira realizada na América Latina, reafirmando seu compromisso com a ciência sem crueldade e com o avanço das Novas Metodologias de Abordagem (NAMs).

Durante cinco dias, o congresso reuniu os maiores especialistas internacionais para discutir temas que vão desde sistemas microfisiológicos, organ-on-a-chip e modelos tridimensionais, até o papel da inteligência artificial e da biologia computacional na substituição e redução do uso de animais em pesquisas científicas.
O BCRJ teve a honra de contribuir diretamente para a realização do Workshop Satélite, em parceria com a MatTek Life Sciences e o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). O evento apresentou um novo modelo alternativo de córnea para avaliação de risco ocular em diferentes categorias de produtos, além de outros modelos inovadores da MatTek que em breve estarão disponíveis para uso no Brasil.

Além de sua contribuição técnica, o BCRJ marcou presença com um estande institucional, apresentando ao público internacional como o Banco vem fortalecendo a pesquisa científica brasileira por meio do fornecimento de linhagens celulares e células primárias de alta qualidade, além da execução de ensaios alternativos ao uso de animais no seu Laboratório de Toxicologia In Vitro, em conformidade com as Boas Práticas de Laboratório (BPL).
A participação no WC13 reforça o papel do BCRJ como referência nacional e parceira estratégica no avanço da biotecnologia e das metodologias alternativas, consolidando o Brasil como protagonista no cenário internacional de uma ciência ética, reprodutível e sustentável.

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30 out. 2025

Durante o Workshop “3D Models Applications in Toxicology: Courses and Handling Session”, realizado como evento satélite do 13º Congresso Mundial sobre Alternativas e Uso de Animais nas Ciências da Vida (WC13), o Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) marcou presença com a participação da Dra. Paola Cappelletti, Supervisora do Laboratório de Toxicologia.
Em sua palestra intitulada “Aplicação do cultivo de células nos métodos alternativos (NAMs)”, a pesquisadora, Dra. Paola Cappelletti, destacou a importância dos modelos celulares na substituição de testes em animais, ressaltando sua maior relevância biológica e o alinhamento com as exigências regulatórias internacionais.
A apresentação evidenciou como o uso de Novas Metodologias de Abordagem (NAMs) contribui para o desenvolvimento de uma ciência mais ética, sustentável e tecnicamente robusta, promovendo avanços significativos na área da toxicologia in vitro.
O evento reforçou o compromisso do BCRJ em disseminar conhecimento e fortalecer a adoção de práticas científicas modernas, conectando inovação, qualidade e responsabilidade ética.

No dia 2 de setembro de 2025, o Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) recebeu, em seu Laboratório de Toxicologia in vitro, o Workshop Satélite “3D Models Applications in Toxicology: Courses and Handling Session”, realizado como evento associado ao 13º Congresso Mundial sobre Alternativas e Uso de Animais nas Ciências da Vida (WC13).
A sessão prática foi conduzida por Emily Reis (MatTek Life Sciences) e contou com a colaboração do INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, em uma ação conjunta voltada para a promoção das Novas Metodologias de Abordagem (NAMs) no contexto brasileiro.
O workshop teve como foco a aplicação do modelo tridimensional EpiOcular, referência internacional validada pela OECD TG492, utilizada para avaliação de irritação ocular sem o uso de animais. Durante a atividade, os participantes acompanharam todas as etapas do ensaio, observando de forma prática como os modelos humanos 3D estão revolucionando a toxicologia in vitro.

Com um formato dinâmico e interativo, o encontro proporcionou uma experiência científica aplicada, aproximando pesquisadores e profissionais das metodologias alternativas reconhecidas mundialmente.
A iniciativa representa um marco importante para a difusão das NAMs no Brasil, fortalecendo o compromisso do BCRJ em promover práticas éticas, inovadoras e alinhadas às diretrizes internacionais de segurança e sustentabilidade.

Local: Laboratório de Toxicologia in vitro – Banco de Células do Rio de Janeiro

Workshop Satélite do WC13 realizado em parceria entre o INMETRO, o BCRJ e a MatTek.
Na primeira imagem, da direita para a esquerda: Paola Cappelletti, Emily Reis e Ana Carolina Batista.
Na segunda imagem, registro da prática realizada no Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) em colaboração com a MatTek.

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30 out. 2025

No dia 02 de outubro, o Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ) esteve representado pela Supervisora do Biobanco, Ana Carolina Batista, durante a visita da Secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia de Niterói, Juliana Benício, à Unidade de Pesquisa Clínica (UPC) do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP).

O encontro teve como foco o fortalecimento das parcerias estratégicas voltadas ao avanço da pesquisa biomédica e à ampliação das iniciativas de inovação científica no estado do Rio de Janeiro.

A colaboração entre o BCRJ e a UPC-HUAP tem possibilitado a coleta e o armazenamento de material biológico destinado à formação de um biobanco representativo da diversidade brasileira, contribuindo para o desenvolvimento de estudos voltados à saúde e à biotecnologia.

A visita reforça o compromisso conjunto com a promoção de práticas científicas colaborativas, integrando instituições públicas e de pesquisa em prol de uma ciência nacional mais ética, inclusiva e de impacto social.
Unidade de Pesquisa Clínica – Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP)

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05 maio. 2025

No dia 16 de abril de 2025, o Diretor Presidente do Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ), Antonio Monteiro, realizou uma visita técnica ao BioParque do Rio, uma instituição que se destaca por seu compromisso com o bem-estar animal, conservação de espécies e desenvolvimento de projetos de pesquisa científica.

A visita teve como objetivo dar continuidade ao projeto de criação de um Biobanco de células e DNA de animais silvestres, iniciativa iniciada em 2024 e que agora avança para a etapa de captação de financiamento. A proposta visa estabelecer uma infraestrutura pioneira para a conservação da biodiversidade brasileira por meio da biotecnologia celular. 

Receberam o Prof. Antonio os profissionais:

  • Ciro Alexandre Teixeira Cruvinel – Gerente Técnico
  • Marcela Rosa Tavares – Bióloga de Pesquisa e Conservação
  • Adriano da Silveira Ramos da Silva – Biólogo de Área Técnica

Equipe da esquerda para a direita: Antonio Monteiro, Marcela Rosa Tavares, Adriano da Silveira Ramos da Silva  e  Ciro Alexandre Teixeira Cruvinel.
Equipe da esquerda para a direita: Antonio Monteiro, Marcela Rosa Tavares, Adriano da Silveira Ramos da Silva e Ciro Alexandre Teixeira Cruvinel.

Baseado no tripé Educação, Pesquisa e Conservação, o BioParque do Rio representa uma nova abordagem entre zoológicos e ciência, reconfigurando o papel dessas instituições na proteção da fauna. Ao integrar essa visão com a expertise do BCRJ em cultura celular e criopreservação, a proposta do biobanco visa apoiar ações de pesquisa para estratégias futuras para espécies ameaçadas. 

A criação de um Biobanco de células de animais silvestres é uma ação de vanguarda. Essa parceria pode representar um marco para a conservação genética no Brasil. 

O BCRJ agradece a receptividade da equipe do BioParque e reforça seu compromisso em promover soluções inovadoras para a ciência e a preservação da vida.

Seguimos construindo pontes entre ciência, biodiversidade e futuro.

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25 mar. 2025

Estão abertas as inscrições para a nossa 4ª turma do Curso de Toxicologia In Vitro com foco nos métodos alternativos ao uso de animais! Junte-se a nós de 05 a 09 de maio para uma semana repleta de aprendizado teórico e prático.

Explore o que há de mais avançado na toxicologia do século XXI com a orientação de professores altamente experientes. Prepare-se para aprender técnicas de vanguarda e descobrir aplicações que substituem e reduzem o uso de animais em testes laboratoriais!

Esta é sua oportunidade ímpar de adquirir habilidades fundamentais para os avanços científicos e industriais futuros. Nossa equipe de especialistas está pronta para guiá-lo nesta jornada.

O curso acontecerá presencialmente nos laboratórios do Banco de Células do Rio de Janeiro, totalizando 20 horas de aulas teóricas e 20 horas de aulas práticas.

Scaneie o QR code nesta publicação e inscreva-se agora!

👉 clique aqui e inscreva-se

Para mais informações sobre o curso, acesse nosso site ou envie um e-mail para [email protected].

As vagas são limitadas e esgotam rapidamente! Garanta já a sua.

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25 mar. 2025

Artigo escrito por: Daniela Costa / Revisado por: Paola Cappelletti

União Europeia avança na regulamentação dos OoC com roteiro estratégico da JRC

A tecnologia Organ-on-a-Chip (OoC) está transformando a pesquisa biomédica ao recriar, em microescala, a fisiologia de órgãos humanos. Esses dispositivos microfluídicos tridimensionais, compostos por células humanas vivas e sensores, simulam as funções de órgãos como pulmão, fígado, coração, rim, dentre outros. Com isso, oferecem uma alternativa promissora aos modelos animais, viabilizando estudos mais precisos na descoberta de medicamentos, toxicologia in vitro e medicina personalizada.

Para que essa inovação seja amplamente adotada pela indústria farmacêutica e órgãos reguladores, a padronização e validação são essenciais. Avanços recentes vêm consolidando essa tecnologia como uma ferramenta confiável para substituir testes em animais e modernizar a pesquisa clínica, tornando os ensaios mais preditivos e eficazes.

O Processo de Produção dos Organ-on-a-Chip
Os Organ-on-a-Chip são produzidos por meio de uma combinação de engenharia microfluídica, cultivo celular avançado e tecnologia de sensores, permitindo a replicação precisa da fisiologia humana em escala reduzida.

✔ Microfabricação dos chips: Estruturas de PDMS, vidro ou polímeros termoplásticos são moldadas com canais microscópicos para simular o fluxo sanguíneo e a troca de substâncias entre células.
✔ Cultivo celular dentro dos microcanais: Células humanas específicas para cada órgão, como hepatócitos (fígado) ou células epiteliais pulmonares, são depositadas em compartimentos revestidos com matrizes extracelulares, proporcionando um ambiente fisiológico mais realista.
✔ Fluxo contínuo de nutrientes e oxigênio: Sistemas de perfusão mantêm as células vivas e ativas, garantindo a funcionalidade do chip por períodos prolongados.
✔ Integração de sensores para monitoramento em tempo real: Sensores ópticos e eletroquímicos medem atividade metabólica, variações de pH, níveis de oxigênio e respostas celulares, fornecendo dados preditivos com alta precisão.

Com esse modelo, os Organ-on-a-Chip superam as limitações dos testes convencionais e criam um ambiente altamente representativo da biologia humana.

O Roteiro para a Padronização dos Organ-on-a-Chip
Em janeiro de 2025, o Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia (JRC) publicou um roteiro estratégico para a padronização dos Organ-on-a-Chip. Esse documento estabelece diretrizes para facilitar sua adoção regulatória em áreas como medicina personalizada e testes livres de animais.

A padronização dos OoCs é essencial para:
✔ Garantir a aceitação regulatória, assegurando que os dados gerados sejam confiáveis e comparáveis globalmente
✔ Assegurar a reprodutibilidade dos ensaios, permitindo que experimentos em diferentes laboratórios apresentem resultados consistentes
✔ Facilitar a adoção dos OoCs na indústria farmacêutica, promovendo inovação no desenvolvimento de novos medicamentos e segurança química
✔ Impulsionar a transição para testes alternativos, reduzindo a dependência de modelos animais e tornando os ensaios mais representativos da biologia humana

O roteiro do JRC também destaca a importância da colaboração com organizações internacionais, como a ISO (Organização Internacional de Padronização), para garantir que a validação dos Organ-on-a-Chip seja globalmente aceita e padronizada.

Organ-on-a-Chip e a Regulamentação: Novos Avanços e Reconhecimento Oficial
A Food and Drug Administration (FDA) tem avançado significativamente na aceitação dos Organ-on-a-Chip como ferramentas regulatórias para o desenvolvimento de medicamentos e avaliação toxicológica.

Aceitação para Ensaios Clínicos: Em setembro de 2024, o programa piloto Innovative Science and Technology Approaches for New Drugs (ISTAND) da FDA aprovou a submissão de um chip de fígado humano para prever lesões hepáticas induzidas por medicamentos. Esse modelo cultiva quatro tipos de células hepáticas humanas, replicando a fisiologia natural e permitindo o monitoramento em tempo real de danos induzidos por fármacos.

Aprovação no FDA Modernization Act 2.0: Em 2022, a FDA reconheceu oficialmente os Organ-on-a-Chip como uma alternativa aos testes em animais nos processos de registro de novos medicamentos. Com essa mudança regulatória, desenvolvedores podem substituir ensaios pré-clínicos tradicionais por esses dispositivos e submetê-los como parte das aplicações de Novo Medicamento Investigacional (IND).

Aplicações Avançadas dos Organ-on-a-Chip
Os Organ-on-a-Chip são ferramentas versáteis, com aplicações em diversas áreas da ciência biomédica e farmacêutica.

Testes Farmacêuticos e Desenvolvimento de Medicamentos
✔ Reduzem custos e tempo na fase pré-clínica
✔ Fornecem dados preditivos mais próximos da biologia humana
✔ Melhoram a identificação de potenciais efeitos colaterais antes da fase clínica

Ensaios de Toxicologia In Vitro
✔ Substituem modelos animais na avaliação de segurança química
✔ Melhoram a reprodutibilidade dos testes
✔ Podem ser integrados a bancos de dados regulatórios para otimização de decisões científicas

Pesquisa em Microgravidade
Os Organ-on-a-Chip já estão sendo estudados em órbita, na Estação Espacial Internacional (ISS). Pesquisadores da NASA estão utilizando tissue chips para investigar os efeitos da microgravidade em processos biológicos fundamentais, como:
✔ Degeneração muscular e óssea
✔ Envelhecimento celular
✔ Impacto da radiação no corpo humano

O Compromisso do BCRJ com Tecnologias Inovadoras
No Banco de Células do Rio de Janeiro (BCRJ), estamos comprometidos com a disseminação de conhecimento sobre tecnologias avançadas, incluindo modelos Organ-on-a-Chip, cultura de células 3D e toxicologia in vitro. Nosso objetivo é contribuir para uma pesquisa mais precisa, preditiva e alinhada às exigências regulatórias internacionais.

Capacite-se com os Cursos do BCRJ
Quer aprofundar seus conhecimentos em toxicologia in vitro e cultura de células 3D?
O BCRJ oferece cursos especializados em Cultura de Células 3D e Toxicologia in vitro, abordando o uso desses modelos avançados de Microfluídica.
Acompanhe nossas publicações para mais conteúdos sobre inovação científica, metodologias alternativas e o futuro dos ensaios biomédicos.

Referências
U.S. Food and Drug Administration. FDA’s ISTAND Pilot Program accepts a submission of first organ-on-chip technology designed to predict human drug toxicity. 2024. Disponível em: https://www.fda.gov/drugs/drug-safety-and-availability/fdas-istand-pilot-program-accepts-submission-first-organ-chip-technology-designed-predict-human-drug.
National Center for Advancing Translational Sciences (NCATS). NIH-funded Centers look to make tissue chips FDA-ready. 2022. Disponível em: https://ncats.nih.gov/news-events/news/nih-funded-centers-look-to-make-tissue-chips-fda-ready.
National Aeronautics and Space Administration (NASA). Tissue Chips Investigate Diseases, Test Drugs on the Space Station. 2024. Disponível em: https://www.nasa.gov/missions/station/tissue-chips-investigate-diseases-test-drugs-on-the-space-station/.
Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia. Roteiro estratégico para a padronização dos Organ-on-a-Chip. Disponível em: https://joint-research-centre.ec.europa.eu/.

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